Data: 14 de novembro de 2011



O que mais gosto de fazer é tomar banho num mar calmo, tranquilo, sem ondas. Quando fiz terapia, minha psicóloga disse que o significado disso é um regresso a uma situação bem primitiva, como estar no útero materno, com o que poucos homens se sentem à vontade. Mais concretamente, tal coisa me remete à parte da infância passada à beira-mar, quando até conseguia pegar onda usando uma boia de isopor circular, habilidade surpreendente para quem tem minhas limitações físicas. Seja como for, é algo que me deixa extasiado e sem querer sair do mar.



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